quinta-feira, 12 de junho de 2008

Solteiro e feliz no Dia dos Namorados


O Dia dos Namorados chegou. Mas, para quem não está namorando, esta não é lá uma data muito importante. Nem por isso os solteiros precisam ficar em casa - muito pelo contrário. Basta seguir algumas dicas que preparamos para todos os tipos solteiros.

Se você é daqueles que adora se jogar, a sugestão são os locais "direto ao assunto". Saunas e pontos de pegação são sempre uma boa opção, e nesses dias, ficam cheios de solteiros em busca de diversão. Eles incluem cinemões, saunas e clubes de sexo.

Em compensação, se a animação é apenas suficente para uma noite em algum clube com os amigos, há opções de clubes para agradar a todos os gostos. Locais descolados, modernos, gay-friendly e festas são sempre ótimas sugestões e mandam para longe a depressão que a falta da cara-metade pode proporcionar.

Encarar um programa cultural também é bem interessante, se você é daqueles que não quer nem ouvir falar em boates ou roteiros de pegação. Em São Paulo há diversas opções de cinemas e salas com bons lançamentos em horários diversos.

Agora, se a intenção é uma programação gastronômica mesmo (afinal, não são só os pombinhos que saem para jantar no Dia dos Namorados), junte uma turma de amigos (ou aquele amigo especial), e escolha entre os bons restaurantes e bares disponíveis pela cidade.

Finalmente, se nenhuma destas opções chegou a animar você, porque a falta da alma gêmea te põe lá para baixo mesmo, corra para o conselheiro amoroso e espritual mais próximo e faça correndo uma simpatia! Quem sabe até a meia-noite do dia 12 você não muda o seu estado civil?

Suécia ajuda Polônia a realizar sua Parada do Orgulho Gay

A Parada do Orgulho Gay de Estocolmo, conhecida como Stockholm Pride, ajudou o movimento militante de Varsóvia a realizar sua Marcha do Orgulho Gay (encerrada no dia 7 de junho) com uma doação em dinheiro no valor de 5 mil euros. A ajuda foi necessária porque o governo polonês negou à organização, feita pela Equality Foundation, o apoio financeiro necessário para a realização do evento.

O Stockholm Pride constantemente trabalha na arrecadação de fundos para a realização desses eventos. O dinheiro arrecadado vai para o Fundo da Solidariedade e é utilizado para ajudar os organizadores das Paradas em países europeus onde os direitos humanos e de igualdade têm pouca força.

Conselho Federal de Psicologia lança livro sobre adoção gay

O conselho Federal de Psicologia (CFP) e a Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) lançou, na última quinta-feira (6), na ocasião da I Conferência Nacional GLBT, um livro sobre adoções por gays e lésbicas. A cartilha é resultado de uma parceria com o movimento GLBT e foi elaborada por psicólogos de diferentes linhas teóricas, com reconhecida produção sobre o tema.

Segundo a Coordenadora da Comissão Nacional de Direitos Humanos do CFP, Ana Luiza Castro, o livro busca auxiliar na concretização dos direitos já obtidos. "Queremos colaborar e contribuir com essa discussão e com a legitimação desses direitos para todas as pessoas, independente da orientação sexual, incluindo a possibilidade de adoção por gays e lésbicas", disse.

Para o presidente do CFP, Humberto Verona, o livro mostra, por meio de seus artigos, que não existe fundamento teórico, científico ou psicológico condicionando a orientação sexual como fator determinante para o exercício da parentalidade. "Desejamos contribuir, com este material, para que as conquistas dos direitos de gays e lésbicas não sejam somente garantias legais, e sim direitos efetivamente vivenciados", completou.

Lésbicas vão inaugurar os casamentos gays na Califórinia

Um casal de lésbicas será o primeiro a legalizar sua união homoafetiva no Estado da Califórnia, no próximo dia 17. As jornalistas Phyllis Lyon, 87, e Del Martín, 83, esperaram 40 anos para poder celebrar esse momento. Elas chegaram a se casar em San Francisco em 2004, quando houve, por um período curto de tempo, a liberação do casamento entre pessoas do mesmo sexo, anulada pela Califórnia logo em seguida.

As duas se conheceram em Seattle nos anos 50 e, desde então, vivem juntas em regime matrimonial. Elas atualmente moram em um distrito de San Francisco, Castro, onde a tolerância à comunidade LGBTI é grande, assim como a quantidade de homossexuais. Quem vai celebrar a cerimônia de união civil é o prefeito de San Francisco, Gavin Newsom
FONTE: Mix Brasil

Noruega é o sexto país a legalizar o casamento gay


Com 84 votos a favor e 41 contra, membros do Parlamento norueguês aprovaram, na última quarta-feira (11), o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Uma lei aprovada no país em 1993 já reconhecia as uniões civis entre pessoas do mesmo sexo como similares ao casamento heterossexual, mas não permitia que o casal celebrasse a união em igrejas ou adotasse crianças. Pela lei aprovada ontem, adoções estão permitidas e lésbicas autorizadas a engravidar através de inseminação artifical.

Com a aprovação da nova lei, a Noruega se torna o sexto país do mundo a reconher o casamento gay, ao lado da Espanha, Bélgica, Holanda, África do Sul e Canadá, países que já legislaram pela total igualdade de direitos sobre uniões.

Transexual ganha direito de mudar de nome no RS


A Vara de Registros Público de Porto Alegre concedeu na quarta-feira, 11, à transexual N.S.P. o direito de retificar seu nome e sexo de masculino para feminino em seu registro civil. Com acompanhamento dado pela assessoria jurídica do grupo SOMOS - Comunicação, Saúde e Sexualidade, o processo foi guiado pelos advogados Gustavo Bernardes e Rodrigo Collares.

O juiz Antônio Carlos Nascimento lembrou em sua sentença que “o ser humano é, sem dúvida, mais alma do que corpo. Logo, o seu sexo deve ser aquele que vem do seu íntimo, que vem de suas entranhas, que vem de sua alma”. Ele diz ainda que, no caso da transexual, o sexo dela é o feminino, daí vem o motivo mais forte para a necessidade de mudança de nome. No fim da sentença, o juiz considera que a certidão de nascimento retificada não poderá fazer referência à situação anterior de N.S.P.

terça-feira, 10 de junho de 2008

AGU aprova reconhecimento de casamento gay no RJ

A Advocacia-Geral da União (AGU) deu parecer favorável ao reconhecimento civil do casamento entre homossexuais no Rio de Janeiro para a concessão de benefícios previdenciários a servidores públicos. O documento foi entregue na sexta-feira ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto, que relata uma ação proposta pelo governador do Estado, Sérgio Cabral (PMDB), para que o casamento entre homossexuais seja considerado união estável.O advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, diz no parecer que o tratamento jurídico dado a casais heterossexuais na concessão, por exemplo, de benefícios previdenciários, como pensão pós-morte, deve ser o mesmo aos casais homossexuais. Do contrário, haveria discriminação.
"Considerando, pois, que as relações afetivas, sejam homo ou heterossexuais, são baseadas no mesmo suporte fático, razão não há - sob pena de discriminação - para se atribuir às mesmas tratamento jurídico diferenciado", afirma o advogado. "Pode-se afirmar que o tratamento diferenciado entre as entidades familiares expressamente previstas na Constituição Federal (entre o homem e a mulher) e as uniões homoafetivas não apresenta justificativa plausível, sob a ótica do princípio da igualdade", acrescenta.
Por isso, no entendimento da AGU, parceiros de servidores públicos do Rio de Janeiro têm direito a pensão pós-morte, assistência médica, auxílio para a educação dos dependentes e podem tirar licença sem vencimento para acompanhar o companheiro caso seja transferido para outro Estado. Além de reconhecer o direito, a AGU sugere ao STF que todas as decisões judiciais no Rio de Janeiro contrárias ao tratamento igualitário na concessão de benefícios sejam anuladas. Apesar de não valer para os demais Estados, a decisão criaria jurisprudência para que o mesmo entendimento fosse estendido para todo o País.

Problema

Apesar de defender o reconhecimento jurídico da união entre homossexuais, Toffoli suscitou uma questão preliminar que, a depender dos ministros do Supremo, pode anular a ação antes de mesmo de o mérito ser julgado. O advogado afirma que uma lei aprovada no ano passado pela Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro garantiu aos casais homossexuais os mesmos direitos previdenciários previstos para os casais heterossexuais. Por isso, não haveria razão para que a ação proposta por Cabral fosse julgada.
"A análise conjunta e compreensiva do ordenamento estadual não permite outra conclusão, senão a de que, ao menos no campo previdenciário, há proteção suficiente e tratamento isonômico a amparar os direitos dos que mantêm relações homossexuais estáveis", diz Toffoli. A data do julgamento dessa ação, uma argüição de descumprimento de preceito fundamental, ainda não foi definida.

"O segredo de Brokeback Mountain" vai virar ópera

"O segredo de Brokeback Mountain" vai virar ópera


NOVA YORK, 9 Jun 2008 (AFP) - O western gay "O segredo de Brokeback Mountain" será adaptado pelo compositor americano Charles Wuorinen na forma de ópera, que tem estréia marcada pasra 2013 em Nova York.


O diretor da ópera de Nova York Gerard Mortier anunciou, em um comunicado, que Wuorinen aceitou um convite da instituição apra compor a ópera inspirada no romance de Annie Proulx e que foi levado ao cinema em 2005 pelo diretor taiwanês Ang Lee.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Arma secreta do Sbt?

Segundo o jornalista Flávio Ricco as chamadas distribuídas na programação do SBT, com a pergunta “O que será?” têm tudo a ver com a prometida exibição da novela Pantanal. E existem outras no “gatilho”
Resposta: A Arma Secreta é sim a novela Pantanal!!! Agora é 22:20h no ar "Pantanal"

E a História continua...

Sargento gay diz que teme por sua vida em prisão do Exército
Em declaração ao Fantástico, Laci Marinho afirmou ter recebido ameaças.
Ele foi preso pela polícia do Exército na terça-feira (3) em São Paulo

Militares de carreira que já serviram até no batalhão da Guarda Presidencial, os sargentos do Éxercito brasileiro Fernando de Alcântara Figueiredo, de 34 anos, e Laci Marinho de Araújo, de 36, são mais do que colegas.
Ao ser questionado sobre o que sente por Laci, Fernando, especialista em combates arriscados, é taxativo: “Amor. Porque eu acho que o amor transcende. O amor não tem sexualidade.”

O primeiro caso assumido de um casal gay na história das Forças Armadas do Brasil foi revelado pela revista Época. Na terça-feira (3), depois de uma entrevista para uma rede de TV, em São Paulo, na companhia do sargento Fernando, o sargento Laci recebeu voz de prisão da polícia do Exército. Em seguida, os dois foram levados para Brasília.
“Na Base Aérea de Brasília, nós descemos de um avião bandeirantes e um oficial, um tenente do batalhão de polícia do Exército, agrediu ele, jogou ao chão, algemou, jogou dentro de uma viatura militar. Existia um grupo de mais de 10 militares armados com fuzis, metralhadoras, pistolas. Parecia mesmo uma operação para prender um grande criminoso”, disse Fernando.

Nesta sexta (6) de manhã, a reportagem do Fantástico conseguiu contato com o sargento Laci.
Fantástico: “Onde você está agora?”
Laci: “Eu estou no batalhão de polícia do Exército. Mas eu temo, viu?”
F: “Teme? Você tem medo de quê?”
Laci: “Eu tenho medo. Eu temo pela minha vida. Porque a instituição me tornou o inimigo número um.”
F: “Mas você sofreu algum tipo de ameaça?”
Laci: “Várias.”
F: “Que tipo de ameaça?”
Laci: “Não tem como falar agora. Estão faltando 20 segundos. Não tem como falar agora.”
F: “Está certo.”
Laci: “Porque eu estou rodeado aqui.”
F: “Está certo.”

No Exército, silêncio absoluto. Laci e Fernando estão juntos desde 1997. Eles moram em um apartamento funcional, em um prédio que pertence ao Exército, em Brasília.

As autoridades militares dizem que Laci desertou ao se afastar do trabalho por mais de oito dias sem justificativa. O Código Penal Militar prevê até dois anos de prisão para o crime de deserção, mas, para os dois sargentos, o que há é puro preconceito contra os homossexuais.

“O que aconteceu foi, muito naturalmente, essa descoberta da sexualidade da gente após o ingresso na força. Nós tomamos por conduta preservar isso aí. Não só pela aceitação, que a gente sabe que não seria muito bem aceito na instituição, mas porque é uma coisa muito íntima da gente. A gente levou essa situação o máximo que a gente pôde para que isso não fosse exposto. Mas como as perseguições ficaram uma coisa muito contundentes ultimamente, não tinha mais o que se esconder”, alegou Fernando.
Ele disse que seu companheiro começou a ficar doente em 2006, com suspeita de esclerose múltipla, uma doença grave e degenerativa. “Ele entrou em depressão profunda, ele começou a adquirir um pânico em especial em relação à instituição e à farda”, contou.

Fernando diz que seus superiores tiveram sempre uma postura de desconfiança. “E trataram com descaso, como se ele realmente estivesse forjando uma situação para se beneficiar de um possível afastamento da instituição. O que eu acredito ser o principal motivo é o grande preconceito que existe. Eu posso chamar isso de homofobia”, afirmou.

Cássia Eller
A gota d’água teria sido a outra atividade do sargento Laci. “Era integrante de uma banda de pop-rock que se apresentava com um show intitulado ‘Eu queria ser Cássia Eller’, porque a voz dele é extremamente parecida com a da Cássia. E ele estava fazendo um certo sucesso local e isso incomodava as autoridades militares, que não viam isso com bom grado”, revelou.

Laci aparece dando entrevista para a TV Globo de Brasília, em 2005, sobre a semelhança de sua voz com a da cantora Cássia Eller. “Dizem que o meu timbre é parecido com o dela e tal. Isso é interessante. Positivo por um lado, negativo do outro. Mas, por mim, tudo bem. O importante é comentar. Falem mal, falem bem, mas falem de mim”, declarou Laci, na época.

Tal comparação teria gerado animosidade contra Laci dentro do Exército, segundo Fernando. “As pessoas começaram a ter um certo desagrado com a presença dele e o taxaram de sargento Cássia Eller”, disse.

Foi a procuradora da Justiça Militar, Cláudia Lamas, quem pediu a prisão de Laci. Ela mostra um vídeo feito em fevereiro, em que o sargento Laci aparece chegando de viagem, no aeroporto de Brasília, durante um período de licença médica.

Fantástico: “O que eles dizem é que existe um clima de perseguição e intolerância no Exército. A senhora detecta isso?”
Procuradora: “Não. Eu ouvi alguns militares, dentre eles soldados. Quando um soldado me diz que é injusto um sargento tirar licença e fazer show, quer dizer, eu fico comovida com a história do soldado, porque o soldado está ali trabalhando todo dia, ganha muito menos do que um sargento.”

Para ela, o Exército não discrimina ninguém.
Procuradora: “Ele fala: doutora, a minha opção sexual é bem definida, eu não tenho nada a esconder. E isso para mim é um fato. Eu também tenho a minha opção. Cada um pode ter a sua opção.”
Fantástico: “E o Exército aceita isso de maneira tranqüila?”
Procuradora: “Aceita. A questão da opção sexual, sim.”

O Código Penal Militar, de 1969, pune o crime de pederastia, cometido dentro de uma unidade militar, com até um ano de prisão. O texto define o delito: qualquer ato libidinoso, homossexual ou não. A palavra heterossexual não aparece na lei.

Procuradora: “A parte de português, a interpretação seria a mesma.”
Fantástico: “É uma questão de português, na sua opinião?”
P: “O legislador, na época, poderia ter optado por colocar: heterossexual ou não. O legislador, não sei por que razão, colocou: homossexual ou não. Então, quer dizer, não há nenhuma predisposição da Justiça Militar.”

Fernando diz não acreditar na total isenção dos membros do Ministério Público Militar e acusa também oficiais de sua unidade, o Hospital Geral do Exército, de fraude em licitações. E conseguiu, na Justiça Federal, uma liminar para impedir a transferência dele e de Laci para cidades diferentes, que o Exército já tinha determinado. Para ele, seus superiores não querem enfrentar o fato de que existe, no Exército, todo tipo de orientação sexual.

“Existem homossexuais, existem bissexuais, que se mantêm preservados. E outros que não. Que aí quando os superiores reconhecem que existe isso aí, lamentavelmente essas pessoas são mal vistas na instituição. Os colegas viram a cara, como tem acontecido comigo e com o Laci. Eu posso falar, porque eu não vou citar nomes, mas eu já fui assediado do soldado mais novo da corporação, um recruta, até oficial general. Isso aí é uma coisa comum que acontece”, disse.

Uma decisão, ele já tomou: está vivendo seus últimos dias de farda. “E depois eu vou tocar a minha vida de uma outra forma, porque não tem mais condições de ficar lá. Eu vou fazer de tudo para conseguir um emprego e me estabilizar, e sair do Exército. Não é lugar para mim”, finalizou. Fonte: G1

sábado, 7 de junho de 2008

Aniversário da Tutty Porto Alegre-RS


Olá galera do Era Uma Vez
É com satisfação que anunciamos para este sábado
dia 07/Junho/2008 na Av. Brasil 132 com início às 23 horas
a Festa de aniversário da Tutty a Dama do Era Uma Vez.
Venha comemorar com a gente.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Vermelhando a nova música de Dimmy Kieer


Depois de lançar um álbum com seus nove hits, incluíndo a hilário "Bixa Linda, Mona Luxo", a super drag Dimmy Kieer está divulgando seu novo álbum com uma música da inédita. O nome é "Dimmy Kieer" mesmo. A música é bem de pista gay. E Dimmy solta suas pérolas na letra. "Essa música é para as bonitas", é uma delas. "Toda mona, toda bixa, toda reluzente", é outra. No meio da faixa muito "adooorooo", "tá meu bem", "Tá linda", com a inconfundível inflexão de voz da drag vermelha.

Tem uma frase que a gente não entendeu direito, mas que é bem engraçada: "meu peito é feito pelas pelas irmãs lésbicas sem dedo da ilha de Madagascar, do convento das freiras albinas... Hahaha, adoro". Não é ótimo!?

Ouça você mesmo a faixa no link.

Viva ao charutos cubanos

O governo cubano quer realmente demonstrar que a troca de gestores está fazendo alguma diferença. Depois de liberar a venda de computadores no país socialista, Raulzito aprontou mais uma das suas: Liberou a realização de cirurgias de troca de sexo. E não só isso: ao contrário dos pcs, que custam muito mais que um nativo pode comprar, a cirurgia é gratuita. Deste modo, haverá muito cubanos querendo dispensar o charuto.

Porém na fila de espera só constam 28 cubanos, os quais foram constatados traços de transexualidade. A realização de uma cirurgia deste porte já foi realizada em 1988 mas foi duramente reprimida pela sociedade cubana. Desde do ano passado, voltou a ser cogitado a realização das cirurgias, que agora virou realidade. Cuba aparenta ter avançado na área dos "diferenças" sexuais, pois há ao menos 3 anos possui centros de educação para homosexuais. No último Sábado, Cuba comemorou o dia mundial contra a homofobia.

Ao contrário do Brasil que seria campeão mundial da homofobia (que título em Lulinha?). Temos muitos que repensar sobre Cuba e seu socialismo, ao invés de adotarmos uma posição retrograda ao acreditar que a democracia é de todo superior a ditadura cubana. Bem, quanto as cirurgias, os oficiais da marinha daqui do Brasil que iam gostar.

SUS fará operações de troca de sexo gratuitas

Na noite desta quinta, 5/6, durante a abertura da 1a Conferência GLBT em Brasília, o Ministro da Saúde José Gomes Temporão anunciou que até o final de junho o SUS pode começar a fazer operações de troca de sexo gratuitas.
As travestis, presentes no evento, saudaram a medida com gritos, o resto do público com aplausos de pé.

Inicialmente hospitais universitários do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais devem realizar as operações. A partir da portaria, outros hospitais da rede pública poderão se credenciar para que o Ministério da Saúde possa verificar se eles estão aptos a fazer a cirurgia.



terça-feira, 3 de junho de 2008

Militares brasileiros assumiram publicamente sua homossexualidade

A última edição da revista com o maior circulação no Brasil, DPOC, traz em sua casa um jovem de soldados que vivem seu amor nas fileiras do exército.

Este es el primer caso de militares en servicio activo dentro del ejército brasileño que, además de asumirse públicamente homosexuales, admiten una relación estable, y lo que es más importante, dan la cara. Este é o primeiro caso de soldados em serviço activo no seio do exército brasileiro, além de homossexual assumido publicamente, eles admitem uma relação estável, e mais importante, dar o seu rosto.

“Somos pareja y mantenemos una relación estable de mas de diez años”, confiesan en el reportaje de Época. "Nós somos parceiros e manter uma relação estável há mais de dez anos", confessou na história da DPOC.

Los sargentos Laci Marinho de Araújo (36) y Fernando Alcântara de Figueiredo (34) , se muestran unidos frente a las críticas. Os sargentos Laci Marinho de Araujo (36) e Fernando Alcântara de Figueiredo (34), mostra a crítica frente unida. “Pretendemos que nos vean como a cualquier pareja heterosexual”. "Temos a intenção de nos ver como qualquer casal heterossexual."

A lo largo del reportaje, Fernando Alcântara de Figueiredo cuenta que es nacido en Pernambuco y que pisó por primera vez Brasilia en 1995, con tan solo 22 años y su mochila a cuestas. Después de once meses e el curso preparatorio para sargento del ejército en Minas Gerais, se fue a la capital de la Republica para postularse en el Batallón de la Guardia Presidencial, unidad conocida por tener una de las rutinas más severas. Durante toda a entrevista, Fernando de Alcântara Figueiredo conta que é nascido em Pernambuco e que reforçou a primeira Brasília em 1995 com apenas 22 anos, e sua mochila às pistas. Depois de onze meses e curso preparatório para o sargento do exército em Minas Gerais, foi para a capital da república para ser executado no Batalhão da Guarda Presidencial, uma unidade conhecida por ter uma das mais duras rotinas. Fue allí donde días después conoció a Laci Marinho de Araújo, otro recién llegado a Brasilia. Foi lá que ela reuniu dias após Laci Marinho de Araújo, outro recém-chegado a Brasília. Surgió entre ellos una amistad, y en cuestión de días, esa amistad parecía que hubiera sido de toda la vida. Veio uma amizade entre eles, e dentro de dias, parecia que esta amizade teria sido uma vida.

La relación que estaba comenzando marcaría el futuro de la pareja tanto dentro como fuera del Ejército. A relação estava a começar a marcar o futuro da jovem, dentro e fora do Exército. A los dos años, decidieron salir del cuartel para vivir juntos en una pensión, y más tarde en un departamento. Ao fim de dois anos, decidido a sair do quartel para viver em uma pensão, e mais tarde em um apartamento. Esa proximidad de ambos despertó la atención de los demás compañeros de cuartel, incluidos sus superiores. A proximidade de ambos despertou a atenção de outros colegas quartéis, incluindo seus superiores. Todo indicaba que no era una simple amistad. Tudo indicava que não se tratava de uma simples amizade. Sin embargo ellos aseguraban ser solo grandes amigos. Mas eles só podem ser asseguradas grandes amigos. Hasta que la semana pasada, eso cambió. Até a semana passada, que alterou. Decidieron salir del closet en la portada de la revista Época, donde se asumen públicamente gays, y confesaron su relación estable desde 1997. Eles decidiram deixar o armário na capa da revista Epoca, quando estas assumam publicamente gay e confessou a sua relação estável desde 1997.

La pareja se ha visto envuelta en el epicentro de una guerra con el Ejército. O casal tem sido envolvido no epicentro de uma guerra com o Exército. Desde el 2007, les han entablado pleitos en la Justicia Militar. Desde 2007, eles trouxeram ações na Justiça Militar. Por eso decidieron romper el silencio, ya que según cuentan, no son los únicos que viven una historia de amor en el Ejército. Então, eles decidiram romper o silêncio, pois segundo contadas, não são os únicos que vivem uma história de amor no Exército.